Que Deus nos ajude.
Ricardo Gondim
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“Então, o que devo fazer com Jesus”?Postado por Glicélio Corrêa 0 comentários
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É um nevoeiro escuro que aprisiona furtivamente a alma e se recusa a ir embora. É uma neblina silenciosa que esconde o sol e chama as trevas. É uma nuvem pesada que não honra qualquer hora nem respeita quem quer que seja. Depressão, desânimo, desapontamento, dúvida... todos são companheiros desta presença temida.Postado por Glicélio Corrêa 0 comentários
Quem estiver sem pecado, que atire a primeira pedra... Lembrei desta frase ao saber da absolvição do senador Renan Calheiros na última quarta-feira. Atolado num mar de acusações que vão desde envolvimentos com lobistas de empreiteiras, desvios de verbas públicas, crescimento vertiginoso e mal explicado do patrimônio pessoal, fraudes fiscais e contábeis, mentiras ao fisco e à Polícia Federal, utilização de “laranjas” para esconder negociatas ilícitas, abuso de autoridade e poder, enfim uma lista inconcebível para qualquer cidadão, mais ainda ao presidente do Senado, a casa maior do poder legislativo da República, não há outra explicação para que tenha sido evitada sua cassação senão a máxima estabelecida por Jesus: o Senado é uma casa onde macacos não criticam o rabo dos outros porque têm vergonha dos seus próprios rabos.O senador Renan Calheiros sabe demais. Sabe dos pecados e crimes de tantos outros senadores, sabe dos expedientes dos que se locupletam no exercício do poder: compra de votos, beneficiamento de empresas, manipulação de verbas orçamentárias, recebimento de doações para “fundos de campanha”, comércio de concessões de veículos de mídia, sistemas de corrupção, loteamentos de estatais, “caixas dois”, os “por fora” das privatizações, além das escapadelas hedonistas dos engravatados da corte. Fosse escrever na areia, o senador Renan Calheiros encheria o chão com um triller de romances ilícitos, negócios espúrios, crimes grotescos, expondo a podridão dos bastidores do poder que nada mais são do que reflexo e expressão dos lixos guardados nom porão da alma humana conquistada pela diabólica trindade dinheiro, sexo e poder.Não me admira que os senadores tenham escolhido a escuridão de uma seção secreta com o manto para uma votação secreta não menos tenebrosa: “as pessoas preferem a escuridão porque fazem o que é mau. Os que fazem o mal odeiam a luz e fogem dela para que ninguém veja as coisas más que fazem”, diz a Bíblia Sagrada (João 3.19,20 – BLH). Escondidos nas trevas, os homens maus são incapazes de promover processos de justiça, primeiro porque não têm autoridade moral para executá-los, mas também e principalmente porque temem a exposição de sua própria impiedade, vivem aterrorizados pela possibilidade de que sua vergonha seja exibida pelas esquinas, vire manchete de jornais, capas de periódicos, corpos nus em revistas de fetiche.Ao denunciar o pecado dos impiedosos apedrejadores Jesus pretendia convocar todos à dignidade humanizadora, fraterna, conciliadora, mostrando que a culpa e a vergonha não são purgadas pelo achincalho, o enxovalho e a pena capital em praça pública, mas pela outorga mútua da compaixão e da misericórdia, própria dos que enxergam as sombras de suas próprias almas e estendem a mão e se irmanam na súplica para sejam guiados ao caminho da luz.A proposta cristã da recusa ao apedrejamento não é uma licença para a manutenção de um sistema imundo perpetuado por almas sujas. A proposta cristã para que ninguém atire a primeira pedra é a afirmação de que ninguém precisa temer vir para a luz: a confissão a Deus não implica colocar a cabeça na guilhotina, mas o abrir do coração para que o poder de Deus anule a força da maldade, o perdão de Deus anule poder da culpa e da vergonha, e o amor de Deus se derrame sobre todos, para que se tornem desnecessários os bodes expiatórios e os processos vitimários. Jesus pretendia que os homens soltassem as pedras para que tivessem as mãos livres para receber perdão e amor, e pudessem se abraçar em justa e fraterna comunhão. Os senadores brasileiros que soltaram as pedras o fizeram por outras razões: ficaram com as mãos livres para agarrar as pontas do manto da escuridão a fim de que pudessem permanecer escondidos nas trevas e continuassem a fazer o mal.
Ed René Kivitz
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Ah Brasilzinho miserável! Não encontro outra palavra a não ser: Vergonha. Quanta desfaçatez, quanta falta de dignidade, quanto cinismo. Este país se amarra a um destino mesquinho e se condena a um futuro medíocre como uma republiqueta de quinta categoria.
Ricardo Gondim
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Assim de repente, como no poema do Vinicius, tenho vontade de endoidecer. Semelhante ao rei Davi que se fez de doido penso em cuspir marimbondos, chutar o pau de barraca, gritar impropérios, esmurrar ponta de faca. Assaltam-me surtos de indignação e nem sei porque, dá vontade de zombar dos discursos religiosos carolas e desmascarar a desfaçatez dos hipócritas de plantão que se julgam guardiões do Templo.Postado por Glicélio Corrêa 0 comentários
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1. 40 é o número natural entre 39 e 41.Postado por Glicélio Corrêa 0 comentários
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De repente entra na sala uma mulher de reputação pra lá de duvidosa e caminha segura na direção de Jesus. Sem a menor cerimônia, ajoelha-se atrás dele e lava-lhe os pés com lágrimas. Usa os cabelos como toalha, e derrama sobre os pés secos o perfume que enche a casa de cheiro de cabaré. Jesus não se faz de rogado: entrega os pés aos beijos da mulher.Postado por Glicélio Corrêa 0 comentários
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Pode procurar que você não vai achar. Não importa aonde vá, estou absolutamente convencido de que há duas coisas que você nunca vai achar. Você pode correr o mundo e o tempo, e tenho certeza que jamais conseguirá achar alguém que não se envergonhe de algo em seu passado. Para qualquer lugar que você vá, lá estarão elas, as pessoas que gostariam de apagar um momento, uma fase, um ato, uma palavra, um mínimo pensamento. Todo mundo tenta disfarçar, e certamente há aqueles que conseguem viver longos períodos sem o tormento da lembrança. Mas mesmo estes, quando menos esperam são assombrados pela memória de um ato de covardia, um gesto de pura maldade, um desejo mórbido, um abuso calculado, enfim, algo que jamais deveriam ter feito, e que na verdade, gostariam de banir de suas histórias ou, pelo menos, de suas recordações.Isso é uma péssima notícia para a humanidade, mas uma ótima notícia para você: você não está sozinho, você não está sozinha. Inclusive as pessoas que olham em sua direção com aquela empáfia moral e sugerem cinicamente que você é um ser humano de segunda ou terceira categoria, carregam uma página borrada em sua biografia, grampeada pela sua arrogância e selada pelo medo do escândalo, da rejeição e da condenação no tribunal onde a justiça jamais é vencida. Você não está sozinho. Você não está sozinha. Não importa o que tenha feito ou deixado de fazer, e do que se arrependa no seu passado, saiba que isso faz de você uma pessoa igual a todas as outras: a condição humana implica a necessidade da vergonha.A segunda coisa que você nunca vai encontrar é um pecado original. Não tenha dúvidas, o mal que você fez ou deixou de fazer está presente em milhares e milhares de sagas pessoais. Não existe algo que você tenha feito ou deixado de fazer que faça de você uma pessoa singular no banco dos réus – ao seu lado estão incontáveis réus respondendo pelo mesmíssimo crime. Talvez você diga, “é verdade, todos têm do que se envergonhar, mas o que eu fiz não se compara ao que qualquer outra pessoa possa ter feito”. Engano seu. O que você fez ou deixou de fazer não apenas se compara, como também é replicado com absoluta exatidão na experiência de milhares e milhares de outras pessoas. Isso significa que você jamais está sozinho, jamais está sozinha, na fila da confissão.Talvez por estas razões, a Bíblia Sagrada diz que devemos confessar nossas culpas uns aos outros: os humanos não nos irmanamos nas virtudes, mas na vergonha. Este é o caminho de saída do labirinto da culpa e da condenação: quando todos sussurrarmos uns aos outros “eu não te condeno”, ouviremos a sentença do Justo Juiz: “ninguém te condenou? Eu também não te condeno”.É isso, ou o jogo bruto de sermos julgados com a medida com que julgamos. A justiça do único justo reveste os que têm do que se envergonhar quando os que têm do que se envergonhar desistem de ser justos.Postado por Glicélio Corrêa 0 comentários
Marcadores: Ed René Kivitz
Imaginemos agora que ouvimos um soldado, entre esses cristãos combatentes, fazendo a oração do Pai Nosso.Postado por Glicélio Corrêa 0 comentários
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Pensei algo sobre Deus que me tem feito muito bem. Deus não leva muito a sério o que pensamos e dizemos. Não pode. Pensamos e falamos com tanta imprecisão que se o Altíssimo considerasse nossas orações e intenções estaria com sérias dificuldades em sua misericórdia. Seria o colapso da misericórdia divina ou da existência humana. Na maravilhosa e citadíssima parábola do Filho Pródigo, há essa manifestação da indiferença amorosa de Deus. O filho que abandonou a casa do Pai para prodigalizar seu egoísmo, gastando tudo o que tinha, retorna com um pedido na ponta da língua: Pai, pequei contra o céu e contra ti; já não sou digno de ser chamado teu filho. Trata-me como um dos teu empregados’. A reação do Pai é uma indicação incontestável de como Deus reage às nossas expectativas e súplicas. Ao tentar dizer o que queria ao Pai, o filho pródigo-culposo teve sua fala pulverizada pela indiferença bondosa do pai: ‘Mas o Pai disse aos servos: Ide depressa, trazei a melhor túnica e revesti-o com ela, ponde-lhe um anel no dedo e sandálias nos pés. Trazei o novilho cevado e matai-o; comamos e festejemos, pois este meu filho estava morto e tornou a viver; estava perdido e foi reencontrado!’ De tanto que ama não dá para levar a sério o que diz o filho. Sua alma culpada e instável torna suas palavras impotentes para comunicar o que realmente precisa. Outro episódio que sugere com força essa desconsideração divina com nossas orações é o que descreve os conflitos de Jonas. Debatendo-se com a tarefa de profetizar à Nínive, o profeta vai parar no ventre de um grande peixe. De lá clama por livramento. De volta à vida, Jonas prega a condenação da cidade que quer ver destruída. Nínive se arrepende de sua maldade e Deus se arrepende de a ter levado a sério. Não mais será destruída a Nínive detestada pelo profeta. Em crise com a incoerente misericórdia divina, Jonas parece reivindicar que Deus o leve a sério e a sua lógica de justiça. Sua queixa é a de ver um Deus mais bondoso e propenso a perdoar que justo e disposto a punir. Parece não levar tanto a sério a vida incerta da pessoa humana.Postado por Glicélio Corrêa 0 comentários
Marcadores: Elienai Cabral Junior
Não dá mais para agüentar tanta promessa de bênção. Enche ter de ouvir pastores oferecendo os mais ricos votos de felicidade e proteção divina a cada culto. Ser abençoado tornou-se quase uma obsessão evangélica nacional. Promete-se tanta riqueza, saúde física e felicidade que, pelo número de campanhas de oração realizadas, o Brasil já deveria ter melhorado em algum dos índices de qualidade de vida das Nações Unidas; com algum alívio na distribuição de renda ou menos fila nos ambulatórios públicos.Chega de promessa de bênção. A espiritualidade cristã com suas orações, ritos e expectativas não gira em torno da vontade de ganhar o benefício celestial. A ênfase dos Evangelhos não se resume a um só tema. Jesus lembrou Seus primeiros discípulos que antes de se preocuparem em salvar a vida, eles precisariam estar dispostos a perdê-la (Marcos 8:35). A grandeza de uma causa não é determinada pelo que seus seguidores ganham ao segui-la, mas pelo preço que estão dispostos a pagar por ela. Chega de promessa de bênção. Os auditórios lotados de pessoas ávidas por receber mais favor divino favorecem o egocentrismo. Quanto mais se promete, mais se quer receber. Esse caminho não tem fim. O Salmo 106 narra o comportamento dos judeus no período da sua libertação do cativeiro egípcio. Depois de sucessivos milagres, o povo parecia não se saciar, sempre exigindo mais. Esse fascínio pela próxima intervenção transformou-se em cobiça, e o versículo 15 trás uma dura sentença: “[Deus] concedeu-lhes o que pediram, mas fez definhar-lhes a alma.” Chega de promessa de bênção. A Bíblia não pode ser encolhida a uma caixinha de afirmações otimistas. Para continuar com seu discurso de caráter prático, a maioria dos pastores só cita textos tirados do Antigo Testamento e, ainda, do período judaico anterior ao exílio. Os sermões que procuram enfatizar bênçãos deixam de lado os textos contundentes do Novo Testamento em que os cristãos são convocados a viverem em um mundo cruel e doloroso. Jesus não tentou dourar a pílula e nem encobriu a verdade: “No mundo, passais por aflições” (João 16:33). Paulo advertiu a Igreja a não se imaginar numa redoma de prosperidade: “E, tendo anunciado o Evangelho naquela cidade e feito muito discípulos, voltaram... fortalecendo a alma dos discípulos, exortando-os a permanecer firmes na fé; e mostrando que, por meio de muitas tribulações, nos importa entrar no reino de Deus” (Atos 14:21-22). Jesus revelou à igreja de Esmirna, no Apocalipse, o teor de sua missão: “Não temas as coisas que tens de sofrer” (Apocalipse 2:10).Chega de promessa de bênção. Quem se obriga verbalmente a dar tudo, se adorado, é o diabo, nunca Deus (Mateus 4:9). A espiritualidade judaico-cristã não se estabelece sobre utilitarismos. Deus não quer adoração por aquilo que Ele dá, mas por quem Ele é. No livro de Jó, Satanás fez uma acusação gravíssima contra Deus. Ele tentou incriminar Jeová por só ser amado por Seus filhos por suborno: “Porventura, Jó debalde teme a Deus?” (Jó 1:9). A narrativa poética do livro inteiro deixa claro que o Senhor não era amado por Suas inúmeras bênçãos sobre a vida e a família de Jó que, pobre, ainda pôde exclamar: “Nu saí do ventre de minha mãe e nu voltarei; o Senhor deu e o Senhor o tomou; bendito seja o nome do Senhor!” (Jó 1:21).Chega de promessa de bênçãos. A virtude cristã que se deve buscar prioritariamente é justiça. No Sermão da Montanha, os que tiverem fome e sede de justiça serão fartos (Mateus 5:6). Quando o cristianismo destaca a promoção da justiça, todas as demais bênçãos se tornam secundárias (Mateus 6:33). Aliás, não existe pregação legitimamente evangélica sem a busca do direito: “O reino de Deus não é comida, nem bebida, mas justiça e paz e alegria no Espírito Santo” (Romanos 14:1). Antes de quererem para si a benevolência do Senhor, os crentes deveriam almejar a promessa de Isaías 61:3: “A fim de que se chamem carvalhos de justiça, plantados pelo Senhor para a sua glória.” A Igreja Evangélica cresce velozmente no Brasil, mas será que percebeu todas as implicações do que significa seguir a Cristo?Postado por Glicélio Corrêa 0 comentários
Marcadores: Ricardo Gondim
Trabalhar é cooperar com Deus para colocar ordem no caos. Na verdade, qualquer boa ação é um gesto solidário ao coração de Deus, que sempre desejou que esse mundo fosse um jardim. Dizem que quem não faz parte da solução, faz parte do problema, e, nesse caso, todo cristão deve agir como parte da solução para que o caos social, político, econômico, ético e ecológico seja revertido o máximo possível. Existe uma lógica para isso. Aliás, uma lógica que nem todo cristão alcança.Por exemplo, quem acredita que haverá um dia quando Jesus substituirá esse mundo por um novo e uma nova terra, não tem muita razão para trabalhar para que este mundo seja melhorado e transformado. Por que gastar tempo, recursos e dedicar a vida a manter e aperfeiçoar algo que vai acabar? Talvez, no mínimo para evitar que o caos inviabilize nossa vida nesse mundo ou acabe batendo à nossa porta: até quem pensa que esse mundo vai acabar mesmo não deseja ficar sem água, ter um filho vítima da violência urbana ou ser usurpado por um governo corrupto. Talvez para anunciar que o reino de Deus virá em breve, e que é bom que as pessoas comecem a se preparar para viver nele, que, aliás, já dá os seus sinais. De fato, cuidar do mundo enquanto vivemos nele e promover sinais históricos do reino de Deus na história são duas excelentes razões para que todo cristão se comprometa a cooperar com Deus para colocar ordem no caos.Mas, consideremos uma terceira razão. E se o novo céu e a nova terra não forem "outro mundo", mas esse mundo, levado, por Deus, à sua plenitude? E se nosso trabalho e boas ações repercutirem na eternidade como matéria prima que Deus usa para a transformação desse mundo em novo céu e nova terra? Você já imaginou a possibilidade de que, assim como você vive para sempre, seu trabalho e suas boas obras também subsistam por toda a eternidade, e que os sinais históricos do reino de Deus não cairão no vazio do nada, mas continuarão testemunhando a graça e a glória de Deus para todo o sempre?Jesus disse que as pessoas abençoadas por nós na história nos receberão na eternidade. Paulo, apóstolo, disse que no juízo final Deus colocaria fogo na casa que construímos na história e preservaria apenas o que fosse ouro, prata e pedras preciosas. João, apóstolo, disse que a Nova Jerusalém desce do céu: desce para onde? O "fim do mundo" no Novo Testamento é mais parecido com uma mudança de tempo ou era (este século e o vindouro) do que uma mudança de endereço ou lugar. Os rabinos acreditam que "as boas ações dos homens são as sementes que Deus usa para plantar as árvores do paraíso". É possível que não estejam muito longe de ter razão.Postado por Glicélio Corrêa 0 comentários
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Geralmente se diz que fé é acreditar em Deus.Ou ainda que fé é acreditar que Deus tudo pode.As duas definições, entretanto, nada nos acrescentam, pois esse tipo de fé até mesmo o diabo tem.Gosto da definição de Rob Bell:fé é acreditar que Deus acredita em você. Essa foi a experiência de Pedroquando pediu que Jesus o chamasse paraandar sobre as águas. E Jesus o chamou, isto é,pronunciou uma palavra de ordem a seu respeito. Pedro saiu do barco e caminhou sobre as águas.Mas em dado momento prestou atenção no vento, e duvidou.Começou a afundar e clamou por socorro:“Senhor, salva-me! ”Pedro não duvidou de Jesuse nem de seu poder de salvar. Então, duvidou de quê? Duvidou de si mesmo. Duvidou de que seria capaz de cumprira palavra de Jesus pronunciada a seu respeito. Fé não é acreditar que Deus tudo pode. Fé é acreditar que“tudo posso naquele que me fortalece”. Quem acredita que Deus tudo pode e nada faz,tem fé sem obras, e fé sem obras é fé morta. Hebreus 11 é chamado de “galeria dos heróis da fé”. Ali estão registrados os exemplos de fé. Não são pessoas que apenas acreditaramem Deus ou no fato de que Deus tudo pode.São pessoas que, porque acreditaram em Deus, e no fato de que Deus tudo pode, deixaram sua zona de confortoe se arremessaram a andar com Deus, obedecendo as ordens de Deuse perseguindo as promessas de Deus. Fé é acreditar que Postado por Glicélio Corrêa 0 comentários
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Quero que me digam que eu tentei ser direito e caminhar ao lado do próximo.Quero que vocês possam mencionar o dia em que tentei vestir o mendigo, tentei visitar os que estavam na prisão, tentei amar e servir a humanidade.Sim , se quiserem dizer algo, digam que eu fui um arauto: um arauto da justiça, um arauto da paz, um arauto do direito.Todas as outras coisas triviais não têm importância.Não quero deixar nenhuma fortuna. Eu só quero deixar uma vida de dedicação!E isto é tudo o que eu tenho a dizer:Postado por Glicélio Corrêa 0 comentários
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Não há maior dificuldade existencial do que os silêncios divinos. O “Deus abscondito” representa o mais gigantesco enigma filosófico e teológico. Um nó górdio que ninguém desata.Postado por Glicélio Corrêa 0 comentários
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